O grupo é suspeito pelo crime de concussão (se aproveitar do cargo para exigir algum tipo de vantagem indevida). A investigação, segundo o Gaeco, iniciou após denúncias de que na delegacia em que os suspeitos atuavam era comum as equipes realizarem abordagens para fazerem "acertos" indevidos.
Um dos casos investigado foi de um posto de combustíveis notificado informalmente sem registro de Boletim de Ocorrência (B.O.) por irregularidade ambiental. Dois dias depois da notificação do delegado, segundo denúncia, os agentes abordaram um funcionário administrativo do posto e o levaram até a delegacia para negociar a liberação dele e também a regularização do estabelecimento.
A condição para isso, segundo o Gaeco, foi um pagamento em dinheiro. A princípio, de acordo com a operação, o grupo pediu o valor de R$50 mil, mas o dono do posto acabou baixando o valor e pagando R$ 10 mil pela liberação do funcionário.
INFORMAÇÕES: G1.GLOBO.COM