Segundo a UEM, no momento da concretagem da última laje, ainda vazia, as escoras não aguentaram e o conjunto de caixaria e ferragem ruíram.
Devido a complexidade do acidente, várias equipes de emergência foram acionadas para atender a ocorrência.
O Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (Crea) e a UEM abriram procedimentos para investigar a queda. A Polícia Civil também investiga o caso.
Por meio de nota, a universidade lamentou a morte de Robert Moisés Caetano.
"Os proprietários da empresa responsável pela obra estão prestando todo o apoio necessário como tem feito desde o início do acidente. Aos familiares e amigos, a UEM presta os mais sinceros sentimentos de pesar e de solidariedade e deseja que, com o tempo, possam encontrar conforto, apesar da tristeza, da saudade e do vazio em seus corações".
A Mondeo Construtora Eireli também lamentou a morte do funcionário e disse que, até o momento, não foi divulgado pelo Instituto Médico-Legal (IML) se o óbito foi em decorrência do acidente.
"A Mondeo, em nome de toda sua equipe, externa os mais sinceros sentimentos e condolências aos familiares e amigos do Robert, se comprometendo a não poupar esforços para auxilia-los neste momento difícil. No que tange a causa do desabamento da estrutura da laje do edifício, até o presente momento não há nenhum laudo conclusivo, eis que todos os peritos envolvidos trabalham exaustivamente para que o laudo aponte as causas da forma mais assertiva possível".
INFORMAÇÕES: G1.GLOBO.COM